segunda-feira, 12 de março de 2012
Para quê o esforço se os outros o dizem bem melhor #2
Her green plastic watering can
For her fake Chinese rubber plant
In the fake plastic earth
That she bought from a rubber man
In a town full of rubber plansTo get rid of itself
(Radiohead - Fake plastic trees)
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
Atenção!
Li na imprensa uma frase que juntava o nome desta senhora a "Songs of Love and Hate" e tive que vir espreitar. Gostei da energia negra que as musicas carregam. Gostei da simplicidade que se solta guitarra.
segunda-feira, 5 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Puerilidades
Entro no carro mais pequeno, naquele que não gosto de conduzir, que apenas conduzo por imposição, porque me sinto dentro de uma caixa de fósforos e ligo a ignição. Movimento-me no modo piloto-automático que me caracteriza antes da primeira dose de cafeína começar a circular no sangue e atingir as sinapses. Não consigo vislumbrar a rua e percebo que a humidade da noite cobriu o para-brisas e imediatamente agarro o botão que comanda as escovas para me livrar da camada de gotículas de água que me impedem a visão. Antes de ter tempo de accionar o botão, o vislumbre de um pedaço de papel paralisa-me. Deixo escapar um palavrão em surdina, que a garota ouve e maquiavelicamente guarda para me cobrar mais tarde. Penso que o dia começa mal e que já me deram cabo do carro. Saio e agarro no pequeno recado que alguém colocou debaixo da escova esquerda. Dou a volta ao carro para avaliar o estrago e como não encontro qualquer mossa nova, abro o bilhete. Em segundos passo do sisudo aborrecimento, à espantada perplexidade e finalmente começo a rir à gargalhada. No pedaço de papel arrancado de um caderno de linhas, leio "Sou teu admirador, mas não me perguntes porquê." Penso de mim para mim que nem que quisesse muito perguntar, não saberia a quem. Penso de mim para mim que mesmo que soubesse a quem, não perguntaria. Respondo-lhe em silêncio que não necessito de perguntar, que já sei a resposta, que sou uma rapariga admirável.
Para quê o esforço, se os outros o dizem bem melhor.
я скажу тебе и ты увидишь
жиз прекрасна но опасна
но я не боюсь
и я одна ещё вернусь
Rodrigo Leão - A mãe
Eu digo-te e tu verás
A vida é bela, mas perigosa
Mas eu não a temo
E mais uma vez, a ela, estou de volta.
(Tradução não completamente literal).
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Letras dos outros,
Letras e sons e imagens
sábado, 3 de março de 2012
Para acabar de vez com a credibilidade da dona disto #2
Os presentes dos meus amigos são impagáveis.
quinta-feira, 1 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Para quê o esforço se os outros o dizem bem melhor. #2
Desgostos
Quando temos um desgosto, o coração deixa de bater da mesma forma. Se tivéssemos um estetoscópio à mão, poderíamos ouvir a diferença subtil no som que ele faz. Acabamos por nos habituar a esse bater diferente e passado um tempo achamos que voltou tudo ao normal. Mas não, a música mudou para sempre, agora é mais ríspida apesar de acharmos que não, que sempre foi assim como agora é. Os desgostos desafinam o coração e tornam-nos duros de ouvido.
(O Febre dos Fenos foi presente do contador de visitas. Lá havia de chegar o dia em que aquilo serviria para alguma coisa.)
domingo, 26 de fevereiro de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
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