quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Incongruência

Os objectos descartáveis começam a causar-nos problemas no dia em que nos recusamos a deitá-los fora.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Este post tem linguagem imprópria.

(não, não há cá caracteres marados, é mesmo com as letras todas, porque quando é para ser é mesmo para ser e não há volta a dar)


Foda-se! Há merdas que me deixam mesmo fodida.
A coisa até estava a correr bem, ou mais ou menos bem, tendo em consideração a esperança de vida da própria coisa. Havia comunicação e mais comunicação e até chegava mesmo a haver resmas de comunicação. E a comunicação que havia era da boa, daquela que dá inveja aos que sofrem de comunicação deficiente ou de falta de comunicação. E depois deu-lhe para lhe contar aquilo. Qual era a necessidade? O que é que aquilo ia acrescentar ao que já se sabia? Nada. Nadinha de nada. Zero. Mas mesmo assim contou-lhe. E contou-lhe com pormenores. E acrescentou novos episódios. E ela, que até queria saber, descobriu que afinal era melhor não ter sabido e agora não há volta atrás, porque não pode ignorar que descobriu.
Isto tudo para chegar à conclusão que, como já diz o meu bom amigo há anos, a puta da sinceridade é desnecessária e só estorva. É que, caralho, ela nunca mais os vai ver da mesma forma. E parecendo que não, isso é uma merda que lhe pode dar cabo da comunicação.

(e o caralho do CD dos Rammstein, ao vivo em Berlim, que era a única merda capaz de a distrair está cheio de bolor, foda-se lá para a má sorte, e não, não vou adicionar a filha da puta da música ao post)

Vá lá, pelo menos o gajo da farmácia é podre de bom e está no papo acha que eu estou quase no papo. Foda-se!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Na blogosfera como na vida

Eu escolho os disparates que escrevo.
Cada um escolhe os disparates que lê.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Necessito de alguma desordem, no meio do meu caos.

Na blogosfera como na literatura

Cada um é livre para escolher as parvoíces que escreve.
Eu sou livre para escolher as parvoíces que leio

domingo, 16 de janeiro de 2011

No cinema como na vida real

Imagem retirada daqui.

Vivian - You're late!
Edward - You're astounding!
Vivian - You're forgiven.

Pretty Woman

Pequenos gestos

O toque da campainha atordoou-a. Tinha-se enfiado na cama há apenas 3 horas e ainda não estava preparada para acordar. Arrastou-se até à porta da rua e abriu-a com os olhos ainda fechados, quer por influência do sono,  que para os proteger da luz que já tinha invadido o céu. Também ele lhe invadiu a morada carregando um saco na mão direita. Entrou, entregou-lhe o saco com um sorriso também ensonado e sentou-se na berma da cama dela. Tocou-lhe no rosto com meiguice, afagou-lhe suavemente o cabelo e disse-lhe que ela estava demasiado mimalha. Conversaram por breves minutos, ele deu-lhe um beijo e despediu-se. Ela seguiu-o até á porta e não o deixou sair sem o abraçar com toda a sua força. Voltou para a cama e aguardou acordada que ele lhe confirmasse a chegada ao destino, tendo adormecido de imediato. Despertou horas mais tarde. Levantou-se, agarrou no saco que ele lhe deixara e dirigiu-se para a cozinha. Abriu-o e de dentro dele retirou um pão. Já não estava quente, mas ainda conservava a textura fofa, como se tivesse sido acabado de fazer.  Preparou o pequeno-almoço e comeu-o com o apetite de quem sabe que os pequenos gestos fazem toda a diferença.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Exercícios de imaginação

Vamos imaginar que eu vivo no meio do monte, num sitio isolado. Vamos imaginar que, para chegar até casa, tenho que percorrer caminhos de cabras, enlameados, com buracos do tamanho de uma cratera da lua. Vamos imaginar que eu vou comprar um carro, para me deslocar de casa até outros locais no meio da civilização. Posso optar por um Jaguar ou por um 4x4. A escolha seria?
Agora vamos imaginar que eu vivo num país banhado pelo Oceano Atlântico...
Será necessário desenvolver mais?

Fusão



É como se tivessem juntado o Nick Cave com a Tori Amos.

Chinesices

Há alturas em que apenas me apetece ser amarga. Noutras apenas desejo ser doce. E no fim das contas sou como aquelas coisas que as pessoas comem nos restaurantes chineses, agridoce.

Abrir com cuidado


O Peter Jackson no seu melhor.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Floração


Dias de felicidade

A continuar neste ritmo, 2011 corre o risco de se tornar num dos melhores anos das ultimas décadas. E sim, hoje estou muito feliz.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Constatação #4

Há alturas em que não basta olhar, é necessário ver. E há outras alturas em que, quanto menos virmos, melhor. E isto, não só parece, como é uma verdade à La Palice.