quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Das dúvidas
Ainda tem dúvidas, contudo.
Não sabe se está a ser propositadamente ignorada, severamente castigada ou inocentemente negligênciada.
Porque não tem asas, e neste momento está sentada ao pé da gaivota, pede esclarecimentos, para poder voltar a poisar os pés em solo firme.
Das verdades
Acabou de receber provas irrefutáveis de duas verdades:
- a bola de cristal funciona na perfeição; - a ignorância, na maioria dos casos, é uma benção.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Apeteceu-me mudar a cara disto (outra vez)
E mostrar a urbanidade da minha cidade, o Porto.
(para que não restem dúvidas, cavalheiro)
(para que não restem dúvidas, cavalheiro)
Das promessas.
Há promessas que se fazem e que nunca serão cumpridas. Podemos até fingir que sim, mas no nosso espaço mais íntimo estamos constantemente a quebrá-las.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Gosto, gosto mesmo...
Era de dar um Nobel a um gajo que inventou um tipo de exercício físico que implica passar a maior parte do tempo deitado no chão. O Joseph Pilates já ganhou o meu respeito.
Dicotomias.
Na minha terra usa-se muito a expressão “pobres de espírito”, para designar indivíduos que padecem de fraca capacidade cognitiva e que, em consequência de tal, dizem tudo o que lhes vem à boca, uma vez que pouca coisa lhes vai à cabeça. Alguns mantêm-se toda a vida no anonimato, mas existe uma franja que ascende ao estatuto de estrela e nos brinda periodicamente com algumas pérolas de sabedoria saloia que a comunicação social trata de difundir, para desgraça dos incautos que ainda ligam a televisão ou abrem os jornais.
Na minha terra não se usa a expressão “ricos de espírito”, nem sei sequer se é usada em terra alguma, mas eu irei servir-me dela para ilustrar o meu ponto de vista. Assim sendo, os “ricos de espírito” são o oposto dos anteriores. Gente com elevado desenvolvimento intelectual, culturalmente rica, com educação superior, na maioria dos casos, capaz de discutir sobre uma miríade de assuntos com elevação. Em suma, gente inteligente.
Ora, nas minhas incursões pela blogosfera, tenho dado conta que há pessoas “ricas de espírito”, cognitivamente desenvolvidas, que escrevem bem, que tem ideias interessantes, mas que volta e meia lá resolvem meter-se com os “pobres de espírito”, expor-lhes as misérias, ridicularizá-los. Não acrescentam nada a tudo o que já sabemos sobre os mesmos, mas insistem na tarefa, e insistem e insistem. Chega, em alguns dos casos, a parecer bulling.
E quando leio esses ataques desnecessários, penso que estas duas categorias de pessoas que teoricamente deveriam encontrar-se em extremos opostos de uma dicotomia, por vezes, não são mais do que duas pontas de um círculo fechado.
Na minha terra não se usa a expressão “ricos de espírito”, nem sei sequer se é usada em terra alguma, mas eu irei servir-me dela para ilustrar o meu ponto de vista. Assim sendo, os “ricos de espírito” são o oposto dos anteriores. Gente com elevado desenvolvimento intelectual, culturalmente rica, com educação superior, na maioria dos casos, capaz de discutir sobre uma miríade de assuntos com elevação. Em suma, gente inteligente.
Ora, nas minhas incursões pela blogosfera, tenho dado conta que há pessoas “ricas de espírito”, cognitivamente desenvolvidas, que escrevem bem, que tem ideias interessantes, mas que volta e meia lá resolvem meter-se com os “pobres de espírito”, expor-lhes as misérias, ridicularizá-los. Não acrescentam nada a tudo o que já sabemos sobre os mesmos, mas insistem na tarefa, e insistem e insistem. Chega, em alguns dos casos, a parecer bulling.
E quando leio esses ataques desnecessários, penso que estas duas categorias de pessoas que teoricamente deveriam encontrar-se em extremos opostos de uma dicotomia, por vezes, não são mais do que duas pontas de um círculo fechado.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Saudade
Saíste-me cá um sentimental. Ela ainda só foi há dois dias e tu já não lhe largas as coisas. Quem te viu e quem te vê.
domingo, 5 de setembro de 2010
É mesmo verdade.
Porque há quem não acredita que eu possa usar sapatos menos convencionais, (cor-de-rosa com brilho), aqui ficam as All Star (wanna be) vermelhas com lantejoulas.
(Parece que me vais levar muitas vezes às compras)
sábado, 4 de setembro de 2010
Contemplação
Hoje de manhã, na Marina do Freixo, esta gaivota contemplava a neblina que cobria a paisagem paradisíaca do leito do Douro. E eu contemplava a gaivota. E não resisti a eterniza-la.
(Não consigo perceber de onde me vem esta recente paixão por gaivotas. Algum dos meus psicólogos de serviço fará o favor de me elucidar, certamente.)
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)