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domingo, 15 de fevereiro de 2015
sábado, 11 de outubro de 2014
Prazeres (muito) culpados
Com o avançar do tempo, os nascidos na década de oitenta parecem cada vez mais jovens, aos meus olhos. A inocência e linearidade emocional de quem ainda tem tanto para viver enternece-me e entedia-me em simultâneo. O espaço e o tempo em que me movimento estão imersos no double bind conceptual. A integração perfeita do paradoxo é a minha mais preciosa missão.
sábado, 9 de agosto de 2014
O seu estado de espírito é definido pelas músicas que a atormentam #26
My gears they grind
More each day
And I feel like
They're gonna grind away
And the city blocks
They drive me wild
They're never ending
Mile after mile
I just don't know what to do
I'm too afraid to love you
It's heaven on earth
In her embrace
Her gentle touch
And her smiling face
I'm just one wishing
That I was a pair
With someone
Oh somewhere
I just don't know what to do
I'm too afraid to love you
All those sleepless nights
And all those wasted days
I wish loneliness would leave me
But I think it's here to stay
What more can I do
I'm wringing myself dry
And I can't afford to lose
One more teardrop from my eye
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
O seu estado de espírito é definido pelas músicas que a atormentam #25
(ah! a publicidade, a publicidade!)
segunda-feira, 10 de março de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
O seu estado de espírito é definido pelas músicas que a atormentam #23
Comme le chien de monsieur Jean de Nivelle
Tu ne viens jamais à moi quand je t'appelle
Qu'importe le temps
Qu'emporte le vent
Mieux vaut ton absence
Que ton inconséquence
Quand par hasard dans mon lit je te rencontre
On n' peut pas dire que tu sois pour ni qu' tu sois contre
Qu'importe le temps
Qu'emporte le vent
Mieux vaut ton absence
Que ton impertinence
Dans tes yeux je vois mes yeux t' en as d' la chance
Ça te donne des lueurs d'intelligence
Qu'importe le temps
Qu'emporte le vent
Mieux vaut ton absence
Que ton incohérence
En d'autres occasions je chanterais les transes
De l'amour mais aujourd'hui je m'en balance
Qu'importe le temps
Qu'emporte le vent
Mieux vaut ton absence
Que ton indifférence
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
sábado, 14 de dezembro de 2013
Delírios febris
Quando penso que já nada resta para além do cinismo mútuo, deparo-me com uma qualquer puerilidade que, lançada com a perícia de um ataque bombista cirúrgico, me devolve ao estado de enlevo inicial. Quero partir, mas sei que não é chegada a altura. Vou ficando enquanto o encanto não se esgotar.
sábado, 7 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Tributo à sabedoria rock-pop
Em 1992, e após o retumbante êxito de More than words (devido em parte à bandeira portuguesa a decorar o fundo do teledisco), os Extreme lançaram um álbum duplo, que eu decidi imediatamente que tinha que comprar. O Nuno Bettencourt, com as unhas pintadas de negro, o cabelo comprido que atirava para trás com um meneio de cabeça e o ar de bad boy com um coração pronto a derreter-se pela primeira que lhe aparecesse, tinha-se tornado na minha paixão adolescente do momento. Era lindo de morrer e eu necessitava de o ter a cantar para mim. Não podia esperar. Portanto, tratei logo de contabilizar as minhas poupanças e de fazer uma ronda pelos avós e tios para arrecadar o que faltava para comprar o vinil. E mesmo sem saber muito bem o que estava a comprar, corri à loja de discos antes que esgotasse. Chegada a casa com o objecto mágico dentro de um saco, tratei logo de o abrir e pôr a tocar no gira-discos. A audição do tão desejado quase provocou a apoplexia geral de quem vivia lá em casa, eu incluída. Aquilo nada tinha a ver com o êxito anterior e era apenas uma colectânea com uns tipos aos gritos e guitarradas e bateria. Socorro! Meu rico dinheirinho. Com o tempo, fui ouvindo e aprendi a gostar moderadamente das músicas, quanto mais não fosse porque ia-me babando com enleio para cima das fotografias do guitarrista , e essa visão quase me faziam esquecer o escarcéu que ia sendo feito em fundo.
Um dia destes, numa visita à biblioteca da casa dos meus pais, e enquanto procurava um livro antigo, dei de caras com o vinil e resolvi dar uma espreitadela de novo nas fotos do fofinho do Nuno que, no final das contas já não me pareceu tão giro. A idade adulta provoca amiúde estas desilusões. Entretanto recordei-me que o disco tem um nome interessante, chama-se "III Sides to Every Story", e tem como subtítulo o fruto da divisão em três partes: 1. Yours, 2. Mine, 3. The truth.
Inconscientemente, sem me saber influenciada por uma banda moribunda, tenho tentado, nem sempre com êxito, confesso, fazer dessa frase uma máxima de vida. Não gosto de ver o mundo com linearidade. Tento procurar conhecer pelo menos três versões para cada história, a minha, a tua e uma intermédia, que é aquela que mais se aproxima da verdade.
Inconscientemente, sem me saber influenciada por uma banda moribunda, tenho tentado, nem sempre com êxito, confesso, fazer dessa frase uma máxima de vida. Não gosto de ver o mundo com linearidade. Tento procurar conhecer pelo menos três versões para cada história, a minha, a tua e uma intermédia, que é aquela que mais se aproxima da verdade.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
O seu estado de espírito é definido pelas músicas que a atormentam #24
(esta versão não é a melhor, mas é definitivamente a minha favorita)
sábado, 16 de novembro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Os inadaptados
Está a cortar as flores secas das alfazemas, para fazer aquilo que chama "um hospital de ervas curativas", enquanto eu arranco as ervas daninhas do jardim. De repente quebra o silêncio para me perguntar o que é uma metáfora. Páro uns segundos para pensar nas palavras que devo usar e respondo-lhe ilustrando com um ou dois exemplos, sem ficar com a certeza de que percebeu. Em jeito de pensamento em voz alta eu deixo sair: - Tenho que te mostrar o "carteiro"! Pergunta-me quem é o carteiro e eu trato de lhe explicar que é um personagem de um dos filmes mais bonitos que já vi, que um dia destes lhe mostrarei. Quer ver já. Resumo-lhe a história e resolvo mostrar-lhe um pedaço. Pergunta quem é o poeta. Digo-lhe que se chama Pablo Neruda e pergunto-lhe se quer ler um poema dele. Responde afirmativamente. Vou à estante, retiro uma antologia do chileno e escolho um poema para lhe dar a ler. Agarra no livro e segue lendo mais uns quantos com uma expressão de contentamento. Da ombreira da porta observo-a com um misto de orgulho e receio. Temo que ao satisfazer-lhe a curiosidade esteja também a fomentar a sua exclusão?
sábado, 26 de outubro de 2013
Original ou nem por isso.
Gosto muito dos senhores que criaram esta música, mas a voz de bagaço da Adele dá-lhe um encanto especial.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
O seu estado de espírito é definido pelas músicas que a atormentam #23
Ninguém me disse que ia ser fácil. Aliás, numa tentativa de me convencerem a não mudar de vida, todos me disseram que iria ser difícil, muito difícil. E eu, teimosa como sou, não ouvi quem me rodeava e saltei em frente. E eis-me agora aqui, com 16* equipas a cargo (compostas em média por 10 pessoas cada) quando ainda em Março deste ano andava na minha vidinha calma de psicóloga, e a bufar de ansiedade de cada vez que tinha que tomar decisões por conta própria. Soltei-me das amarras e comecei a voar sozinha. Foi a maior loucura que fiz. Mas apesar de todos os percalços e dificuldades, e do cansaço que me invade os ossos no final do dia, tenho dado conta do recado e feito um trabalho muito melhor que alguns que andam nisto há anos. Finalmente encontrei o meu caminho. Estou mais feliz do que nunca. Sou completamente louca.
*(no final do ano, a correr bem, o número já terá aumentado para 21. como dizia o outro, é só fazer as contas)
sábado, 12 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
Descoberta musical
O resto da discografia do rapaz (giro que se farta), pelo menos a que me foi dada a conhecer, não tem nada de excitante, mas esta música é simplesmente arrepiante.
(não sejas teimoso. carrega lá no play. não te arrependes)
sábado, 5 de outubro de 2013
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